Nota: Aguardem postagem completa.
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Dorival Caymmi
Nome completo: (carece de fonte)
Nome artístico: Dorival Caymmi
Data de nascimento: 30/04/1914
Local: Salvador/BA
Data de falecimento: 16/08/2008
Local: Rio de Janeiro/RJ
BIOGRAFIA
"O Que é Que Baiana Tem" é um dos maiores clássicos de Dorival Caymmi
Com uma obra caracterizada pelos temas praianos e músicas que destacam a beleza de sua terra natal, Dorival Caymmi é considerado um dos maiores compositores da música popular brasileira.
Neto de italianos, seu avô veio para o Estado trabalhar na reforma do Elevador Lacerda, um dos principais cartões postais da capital baiana, Caymmi nasceu em Salvador no dia 30 de abril de 1914. Sua ligação com a música vem desde a infância. Seu pai trabalhava como funcionário público e era músico amador, tocando violão, piano e bandolim, e sua mãe cantava em meio aos afazeres domésticos.
Ao completar 13 anos, interrompeu os estudos, após concluir o 1° ano colegial, e foi trabalhar no jornal "O Imparcial", onde ficou até 1929, quando o veículo encerrou suas atividades. Com 16 anos, já sabia tocar violão, técnica que aprendeu sozinho, e compôs a sua primeira música, a toada 'No Sertão'. Quatro anos depois, estreou na Rádio Clube da Bahia cantando e tocando violão, até que em 1935 ganhou o seu próprio programa: 'Caymmi e suas Canções Praieiras'. Nesta época recebeu um abajur cor-de-rosa ao vencer um concurso de músicas de Carnaval com o samba 'A Bahia também dá'.
Dois anos depois, aos 23 anos, Caymmi pegou um ita (nome dado aos navios que faziam a rota Norte-Sul do Brasil) e foi para o Rio de Janeiro realizar um curso preparatório de Direito e tentar conseguir um emprego como jornalista. Morando em uma pensão e trabalhando em um jornal do grupo 'Diários Associados', continuou compondo e cantando. Em 1938, começou a se apresentar como calouro na rádio Tupi (RJ), de propriedade de Assis Chateaubriand, e, depois de algum sucesso, passou a cantar em um dos programas populares da época, o 'Dragão da Rua Larga'.
Sucesso Internacional
Foi nessa época, final dos anos 1930, que Dorival Caymmi deu um grande salto para o sucesso mundial, ao interpretar no rádio uma de suas canções, 'O que é que baiana tem'. O estilo inovador chamou atenção de uma empresa de cinema que buscava uma música para substituir 'No Tabuleiro da baiana', de Ary Barroso, que foi recusada devido ao alto cachê cobrado pelo artista mineiro, então no auge da carreira. A música, tema do filme 'Banana da Terra', impulsionou a carreira de Caymmi e consagrou internacionalmente Carmem Miranda. O primeiro encontro entre os dois aconteceu na casa do compositor. Logo após ouvir a música que seria tema do filme, a cantora portuguesa criou o figurino de roupas rendadas e balangandãs que marcou definitivamente a sua carreira.
Em setembro de 1939, Dorival Caymmi começou a compor e apresentar várias obras-primas com o mar como principal inspiração, como 'Rainha do Mar', 'Promessa de Pescador' e 'O Mar', música utilizada em um espetáculo coordenado pela então primeira-dama Darcy Vargas. Já trabalhando na Rádio Nacional (RJ), conheceu a cantora Stella Maris, com quem se casou e teve três filhos, todos músicos: Danilo, Dori e Nana.
A partir dos anos 1940, o compositor baiano passou a se dedicar ao samba-canção, gênero musical que vinha sendo praticado desde Noel Rosa. A música emblemática desta fase é 'Marina', gravada em 1947, por Dick Farney. Também neste período conheceu um conterrâneo que se tornou um grande amigo, Jorge Amado. Os personagens do escritor serviram de inspiração para algumas de suas canções como 'É doce morrer no Mar', 'Modinha para Gabriela' e 'Retirantes'.
Em 1945, musicou um hino para a campanha do líder comunista Luís Carlos Prestes ao Senado. Mantida em sigilo durante muitos anos, a letra foi publicada pela primeira vez no livro 'Dorival Caymmi, o Mar e o Tempo', de autoria da neta Stella Caymmi. 'Vamos votar/ com Prestes votar/ Para o Partido Comunista/ Vamos votar', dizia um dos trechos do hino.
Na década de 1950 surgiu um outro baiano na vida de Caymmi. Com um estilo de cantar diferente, João Gilberto gravou 'Rosa Morena' e 'Saudade da Bahia', levando a música de Caymmi para a Bossa-Nova, ritmo que explodiu em todo o mundo e influenciou toda uma geração de artistas. Na Bossa-Nova, ele também conheceu um compositor que levaria a beleza da música brasileira para o mundo: Tom Jobim. Até a morte de Jobim, em dezembro de 94, os dois compositores mantiveram um forte laço de amizade.
Títulos e homenagens
Reconhecido e premiado em vários países, Dorival Caymmi ganhou a alcunha de 'preguiçoso' por demorar muito tempo para lançar discos e apresentar novas músicas. Nunca compôs sob pressões externas e chegou a levar anos na criação de algumas músicas. Conta-se que demorou nove anos para concluir esta estrofe da letra de 'João Valentão'. 'E assim adormece este homem/ Que nunca precisa dormir pra sonhar /Porque não há sonho mais lindo / Do que sua terra não há!'.
A obra de Caymmi não pode ser considerada extensa: aproximadamente 120 canções distribuídas em 20 discos, onde se destacam as melodias praieiras, as de inspiração no folclore da Bahia e os sambas-canções urbanos. Para isto, Caetano Veloso, outro baiano, tem uma explicação. "É verdade que Caymmi compôs pouco mais de 100 músicas, mas todas são obras-primas. Quem é o compositor que pode se dar a esse luxo? Eu queira ser um preguiçoso assim."
Ao completar 90 anos, em abril de 2004, ganhou uma grande homenagem de seus filhos: um show que percorreu as principais capitais brasileiras com as suas canções. Desde que deixou Salvador, Dorival Caymmi divide seu tempo entre a tranqüilidade da cidade natal de sua esposa, Pequeri, na região de Juiz de Fora, em Minas Gerais, e o Rio de Janeiro.
Símbolo de sabedoria e sucesso, coleciona homenagens, como títulos (Cidadão Honorário do Município do Rio de Janeiro e Doutor Honoris Causa pela Universidade Federal da Bahia), comendas (Orde dês Arts et dês Letters e Ordem do Mérito Judiciário do Trabalho e Ordem do Mérito da Bahia), medalhas (Medalha do Mérito Castro Alves, Medalha Machado de Assis e Medalha do Mérito Santos Dumont), e um busto (modelado pelo escultor Bruno Giorgi nos anos 50) em Salvador, passando pela praça e avenida Dorival Caymmi em Itapuã, também na capital baiana. Outra grande homenagem à obra do compositor baiano aconteceu em 1986, quando a Escola de Samba Mangueira venceu o Carnaval carioca ao escolher como tema do seu samba-enredo a sua vida.
Caymmi morreu aos 94 anos de idade, de insuficiência renal e falência múltipla dos órgãos. O compositor estava em casa, mas, segundo declaração de familiares, sua saúde já estava abalada há algum tempo.
[ Fonte: educacao.uol.com.br ]
[ Editado por Pedro Jorge ]
Edu Lobo
Nome completo: Eduardo de Góes Lobo
Nome artístico: Edu Lobo
Data de nascimento: 29/08/1943
Local: Rio de Janeiro/RJ
Gênero: MPB
BIOGRAFIA
por Zuza Homem de Mello
para a Enciclopédia da Música Brasileira ( © 1998 Publifolha )
Eduardo de Góes Lobo - compositor, instrumentista, arranjador e cantor.
Nascido no Rio de Janeiro, RJ, em 29/08/43.
Filho do compositor Fernando Lobo, foi criado no Rio de Janeiro e na casa dos tios, em Recife, PE, onde passava as férias escolares. Seu primeiro instrumento foi o acordeon, que estudou dos oito aos 14 anos. Fez os cursos ginasial e colegial no Colégio Santo Inácio, e por essa época já tentava algumas composições.
Na PUC cursou Direito até o terceiro ano. Com 16 anos começou a se interessar pelo violão, iniciando-se com um amigo de infância, o compositor Theo de Barros, e estudando teoria musical, mais tarde, com Wilma Graça. Por volta de 1961, passou a frequentar shows, principalmente no Beco das Garrafas, em Copacabana, onde assistia a espetáculos dos representantes da nova geração musical, entre os quais João Gilberto, Sergio Mendes, e Luis Eça (do Tamba Trio). No ano ano de 1961, conheceu o poeta Vinicius de Moraes que fez a letra para Só me fez bem, gravada em 1967 no LP Edu-Betânia, da Elenco. Nessa época, com Dori Caymmi e Marcos Valle formou um conjunto que chegou a atuar em programas de TV e em shows.
Seu pai incentivou-o a gravar o seu primeiro disco, um compacto duplo com quatro músicas de sua autoria, bem dentro do estilo intimista característico da bossa nova, cuja contracapa foi escrita por Vinicius, seu novo e importante parceiro.
Logo ampliou seu trabalho com temas e motives da cultura popular, graças à influência de Sergio Ricardo, João do Vale, Carlos Lyra e principalmente Rui Guerra, seu parceiro em Canção da terra, Reza e Aleluia, canções representativas dessa nova fase de criação, marcada por seu conteúdo social. Começando a compor para teatro, escreveu em 1963 as músicas para a peça Os Azeredos mais os Benevides, de Oduvaldo Viana Filho.
Entre elas a canção Chegança (com letra de Oduvaldo Viana Filho) alcançou grande sucesso. Outro êxito Borandá (letra e música de Edu), foi incluído na peça teatral Opinião, musical de protesto estreado no Rio de Janeiro em 1964. Ainda nesse ano, escreveu músicas para O Berço do Herói, peça teatral de Dias Gomes, e foi convidado por Gianfranceso Guarnieri para participar da realização de um musical cuja idéia nascera da canção Zambi, (com Vinicius de Moraes). Em maio de 1965 estreou no Teatro de Arena, em São Paulo SP, Arena conta Zumbi, de Gianfrancesco Guarnieri e Augusto Boal, musicada por ele.
Entre as canções do espetáculo, Upa Neguinho, com Guarnieri tornou-se mais tarde um grande sucesso, cantado por Elis Regina. Em abril desse ano, inscreveu-se no I FMPB, da TV Excelsior de São Paulo, com duas músicas, Aleluia (com Rui Guerra) e Arrastão (com Vinicius de Moraes), ambas já gravadas em LP da Elenco, cuja distribuição foi adiada para que ficassem inéditas até o festival. Interpretada por Elis Regina, Arrastão foi a vencedora, projetando nacionalmente o compositor, já definido como um dos mais importantes da geração posterior ao surgimento da bossa-nova. Ainda em 1965, apresentou-se ao lado de Nara Leão, do Tamba Trio e do Quinteto Villa-Lobos na boate carioca Zum-Zum, em show dirigido por Aloysio de Oliveira.
Contratado pela TV Record de São Paulo, passou a atuar semanalmente em porogramas dessa emissora em 1966 participou novamente de festivais: no II FMPB apresentou Jogo de Roda (com Rui Guerra) e no L FIC, da TV Globo, Rio de Janeiro, concorreu com Canto Triste (com Vinicius de Moraes), interpretada por Elis Regina e classificada entre as finalistas. Nesse ano, excursionou pela Europa com outros artistas, entre os quais Sylvia Telles e o Salvador Trio, tendo o grupo gravado um disco então na República Federal da Alemanha. No Brasil, em 1967, depois de quatro meses em Paris, onde fez um filme para a televisão e compôs a trilha do filme Valmy, de Jean Chérasse, voltou a participar de festivais, no Brasil, saindo vencedor do III FMPB com Ponteio (com Capinan), interpretada por ele e Marília Medalha. No ano seguinte, saiu o seu terceiro LP pela Philips, destacando o frevo canção No cordão da saideira. Em seguida, compos algumas canções para a peça teatral Marta Saré, de Gianfrancesco Guarnieri que estreou em 1969, no Teatro João Caetano, No Rio de Janeiro. No início de 1969, participou do MIDEM, em Cannes, França. De volta ao Brasil, depois de uma passagem por Nova York e por Los Angeles, E.U.A., em abril do mesmo ano casou-se com Vanda Sá e, partindo em seguida para Los Angeles, onde residiu por dois anos. Aí se dedicou ao estudo sistemático da música, fazendo cursos de orquestracão com Albert Harris e de música para cinema, com Lalo Schiffrin.
Nesse período, excursionou pelo Japão, com Sergio Mendes, que também produziu o LP Lobo, gravado em 1971 em Los Angeles e lançado pela A&M Records. Gravou ainda com Paul Desmond, saxofonista do Dave Brubeck Quartet, o LP From the hot afternoon, com composições suas e de Milton Nascimento. Dentre os discos feitos nos E.U.A., apenas o LP Cantiga de Longe foi editado no Brasil, trazendo a participação de Hermeto Paschoal, Airto Moreira, Claudio Slon e Vanda Sá, que reapareceu como intérprete na canção Agua Verde (de sua autoria). De volta ao Brasil, em 1971, trabalhou pricipalmente como orquestrador e compositor de trilhas musicais. Criou a trilha sonora do filme de Miguel Borges O Barão Otelo no barato dos bilhões, de Miguel Borges. Compôs e realizou orquestracões para a peça teatral Woyzec, Georg Büchner. Fez orquestracões e arranjos para um disco de Marília Medalha e Vinicius de Moraes, e em 1973 lançou o LP Edu Lobo (EMI) com músicas inéditas, inclusive uma missa. Ainda em 1973 trabalhou nas orquestrações das músicas de Calabar, ou O elogio da traição, peca teatral de Chico Buarque e Rui Guerra, algumas das quais foram lançadas em 1974 no LP Chico canta.
Em 1974 e 1975 atuou como orquestrador contratatdo da TV Globo, tendo sido responsável pela trilha musical de 12 programas da série Casos Especiais. Em 1975 compôs, com Vinicius de Moraes, a trilha Sonora do musical Deus lhe Pague, de Joracy Camargo, com adaptação de Millôr Fernandes e lançou em seguida o LP das canções dessa peça pela EMI, com produção de Aloysio de Oliveira.
No ano seguinte, pela Continental, lançou o LP Limite das águas. Em 1977 fez tourné por toda a Alemanha promovendo Limite das Águas, lançado no exterior pela gravadora MPS.
Um ano depois gravou o LP Camaleão, lançado no Brasil e no Japão, onde, pela primeira vez, interpretou, com letra de Ferreira Gullar, O Trenzinho do Caipira de Heitor Villa-Lobos (adaptado e orquestrado por ele e por Dori Caymmi). Em 1979 compôs a trilha sonora do filme Barra Pesada de Reginaldo Farias, ganhando prêmio no Festival de Gramado RS. Em 1980, após lançar o LP Tempo Presente, pela Polygram, escreveu e compos o balé Jogos de Dança para o teatro Guaíra de Curitiba PR, lançado em disco no ano seguinte pela Som Livre. Em 1981, em parceria com Tom Jobim lançou o LP Edu&Tom, Tom&Edu produzido por Aloysio de Oliveira. Em 1983, em parceria com Chico Buarque, compôs trilha sonora para o balé O Grande Circo Místico, adaptação de Naum Alves de Souza do poema homônimo de Jorge de Lima e que daria origem aum LP lançado pela Som Livre com a participacão de Gal Costa, Tom Jobim, Gilberto Gil, Milton Nascimento, Tim Maia e Zizi Possi, entre outros. As orquestrações foram feitas, com a colaboração do autor, pelo maestro Chico De Moraes.
A parceria com Chico Buarque se repetiria com O Corsário do Rei, de Augusto Boal, de 1985 e Dança da Meia-Lua, com roteiro de Chico Buarque e Ferreira Gullar, ambos lançados em disco pela Som Livre. Em 1984 escreveu a trilha sonora do filme O Cavalinho Azul, de Eduardo Escorel e Imagens do Inconsciente, de Leon Hirszman. Compôs em 1990 a trilha sonora do programa infantil Rá-Tim-Bum, da TV Cultura de São Paulo, lançado posteriormente em CD pela Eldorado. Este disco ganhou dois prêmios Sharp.
Em 1992 voltou a apresentar espetáculos, obtendo grande repercussão, o que o levou a gravar um novo disco de intérprete: Corrupião, lançado em CD pela gravadora Velas.
Em 1994 recebeu o Prêmio Shell de melhor compositor de música brasileira, pelo conjunto da obra. Lançou em 1995 o CD Meia-Noite, com cordas orquestradas por Cristóvão Bastos, que traz um chôro instrumental em homenagem a Tom Jobim: Perambulando. O disco recebeu o prêmio Sharp como melhor disco de música popular brasileira. Neste ano, foi lançado o CD Songbook Edu Lobo (duplo), bem como o Songbook, livro de partituras manuscritas pelo próprio Edu, ambos pela editora e gravadora Lumiar, de Almir Chediak.
Em 1997 compôs a trilha sonora para o filme Guerra de Canudos, de Sergio Resende, cuja canção-tema tinha letra de Cacaso. Neste mesmo ano ano lança pela gravadora BMG o CD Album de Teatro, com canções em parceria com Chico Buarque. Dedica-se ao estudo de programas de música no computador e começa a preparar um novo Songbook, bem mais completo, com aproximadamente 120 músicas, projeto ainda a ser concluído.
Em 2001 retoma a parceria com Chico Buarque, compondo as canções da peça teatral Cambaio, de João Falcão e Adriana Falcão. Em seguida produz o CD homônimo, para a gravadora BMG com a participação de Zizi Possi e Gal Costa dividindo a interpretação das canções com Chico Buarque, com orquestrações de Chico de Moraes. Este disco viria a receber, em 2002 o Grammy Latino de melhor CD de música brasileira.
Ainda em 2001 compôs a trilha sonora, com orquestrações de Nelson Ayres do filme "O Xangô de Baker Street", de Miguel Faria, baseado em livro de Jô Soares. Em seguida viaja para Israel e participa com Nelson Ayres e Jane Duboc de um concerto de música brasileira, (Sounds of Brazil) com a Orquestra Filarmônica de Israel, no dia 15 de maio de 2001 no Frederic R. Mann Auditorium, em Tel-Aviv.
[ Fonte: www.edulobo.com ]
[ Editado por Pedro Jorge ]
Eduardo Dussek
Nome completo: Eduardo Gabor Dusek
Nome artístico: Eduardo Dussek
Data de nascimento: 01/01/1957
Local: Rio de Janeiro/RJ
Gênero: MPB
Biografia
Começou a carreira artística como pianista de peças de teatro aos quinze anos, quando estudava na Escola Nacional de Música. Mais tarde passou a compor suas próprias canções e montou uma banda, que acabou apadrinhada por Gilberto Gil.
A partir de 1978 já tinha algumas composições gravadas por nomes de peso da MPB, como As Frenéticas (o samba "Vesúvio"), Ney Matogrosso (o fox "Seu tipo") e Maria Alcina (o frevo "Folia no Matagal", dois anos depois regravada por Ney Matogrosso) - todas em parceria com Luís Carlos Góis.
Suas composições buscavam aliar sátira e bom humor. Em 1980, participou do Festival MPB Shell da Rede Globo cantando apenas de cueca a debochada canção "Nostradamus", que não se classificou mas ficou conhecida pelo público. Por essa época gravou o primeiro LP, "Olhar Brasileiro". Mas o estouro sucesso viria em 1982, quando flertou com o ainda incipiente pop-rock, no LP "Cantando no Banheiro!, com "Barrados no Baile" (com Luís Carlos Góis), "Cabelos Negros" (Com Luiz Antonio de Cássio) e "Rock da Cachorra" (Léo Jaime).
Dois anos depois, notabilizou-se com o LP "Brega-chique", cuja faixa-título, mais conhecida como "Doméstica", fazia uma sátira social, bem no clima do teatro besteirol da época. Em 1986, lançou "Dusek na sua", com "Aventura" e com "Eu Velejava em Você", uma das mais tocantes músicas da MPB, depois regravada por Zizi Possi.
Em 1989, voltou à cena com o musical "Loja de Horrores", em que atuava no papel de dentista. Nos anos 1990, afastado da função de cantor, interpretou a personagem do Capitão-Mor Gonçalo na novela "Xica da Silva", da extinta Rede Manchete.
Atuou como diretor de espetáculos e, no fim da década, voltou a apresentar alguns trabalhos como humorista e cantor, um deles sobre Carmen Miranda.
Maiores Sucessos
1975 - Piccadilly Rock
1982 - Rock Da Cachorra
1982 - Barrados No Baile
1983 - Cabelos Negros
1984 - Brega-Chique
1984 - Lua My Love
1985 - Folia no Matagal
1985 - Tudo Em Cima
1987 - Nem Tanto Tempo Assim
1988 - Castigo
1988 - Amor E Bombas
1989 - Que Rei Sou Eu? (Com Luni)
1989 - Sou Eu
1995 - Happy Hour
1996 - Encontro Das Águas
2001 - Alô Alô Brasil
2003 - Tá-Hí
2007 - Gula
2007 - Tamanho Não É Documento
Trabalhos na TV
2010 - Ti Ti Ti - Ele mesmo
2010 - A Vida Alheia - Gevalí Neiva
2007 Sítio do Picapau Amarelo - Barão de Münchhausen
2007 Toma Lá Dá Cá - Apresentador do Reality Show Além das Panelas - Episódio Nem tudo é realidade.
2006 Bang Bang - Príncipe Von Kristoff
2005 Sob Nova Direção - Ele Mesmo
2005 A Lua me Disse - Caricato
2004 Celebridade - Ele Mesmo
2001 As Filhas da Mãe - Ele Mesmo
1999 Você Decide - Numa Sexta-Feira 13: Parte 2
1996 Xica da Silva - Capitão-Mor Emanuel Gonçalo
1991 Floradas na Serra - Bruno
1983 Plunct, Plact, Zuuum - Mestre de Matemática
Trabalhos no Cinema
2010 - Federal (filme) - Beque Batista
[ Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre ]
DISCOGRAFIA
Não Tem Perigo/Apelo Da Raça (1978)
Olhar Rasileiro (1981)
Cantando No Banheiro (1982)
Brega Chique (1984)
Dusek Na Sua (1986)
Contatos (1991)
Apocalipse Elegante (1994)
Adeus Batucada - Eduardo Dussek Sings Carmen Miranda (2000)
[ Fonte: www.novabrasilfm.com.br ]
[ Editado por Pedro Jorge ]
CONTATOS PARA SHOWS
E-mail: solmusical@solmusical.com.br
Telefones: (21) 2235.3835 / 2547.2260
SAIBA MAIS
Site - www.dussek.com.br
Elba Ramalho
Nome completo: Elba Maria Nunes Ramalho
Nome artístico: Elba Ramalho
Codinome: "Madonna do Agreste", "Tina Turner do Sertão" e "Rita Lee da Caatinga"
Data de nascimento: 01/08/1951
Local: Conceição da Paraíba/PB
Gênero: MPB Nordeste
BIOGRAFIA
O INÍCIO
Filha do sertão nordestino, dona de um timbre inconfundível e de uma energia eletrizante, Elba Ramalho mantém a verve de iniciante e continua a contagiar o público por onde passa e a levar seu canto agridoce para as mais diversas platéias nacionais. Com três décadas de carreira, a Ave de Prata continua a dar um banho de musicalidade.
São mais de 30 anos de uma carreira iniciada no final da década de 70, quando, após integrar o elenco da montagem original da peça “A ópera do malandro”, de Chico Buarque, surpreendeu o país com o LP “Ave de Prata”, inspirado na composição homônima de Zé Ramalho. O disco já incluía canções de compositores nordestinos, uma das marcas da cantora ao longo da carreira, além da faixa “Não sonho mais”, de Chico Buarque.
Filha do nordeste brasileiro, nascida no alto sertão da Paraíba, sob o signo de Leão, cercada de religiosidade e fé, Elba herdou a musicalidade de seu pai, que a despertou cedo para a mais sublime das formas de comunicação; a música. Foi também rodeada pelo solo seco e vegetação árida que a cantora se familiarizou cedo com os mais diversos ritmos da região: baião, maracatu, xote, frevo, pastoril, caboclinhos e forrós. Gêneros que preservam a pureza de uma cultura eminentemente popular.
NOS ANOS 1970
Elba iniciou a experiência musical tocando bateria no conjunto “As Brasas”, formado somente por mulheres. Isso foi em 1968, ano em que também cursava as faculdades de Economia e Sociologia. Foram cinco anos de estudos, mas o diploma não veio. O conjunto musical se transformou em grupo teatral. Mesmo optando pelo teatro, Elba continuava a cantar, participando de diversos festivais pelo nordeste.
Em 1974, trocou a Paraíba pelo sul do país, chegando ao Rio de Janeiro com o Quinteto Violado. Na capital fluminense se estabeleceu como atriz de teatro, mas sempre em musicais, onde a atriz encontrava a intérprete. Em 77, participou de “Morte e vida severina”, filme inspirado na obra de João Cabral de Melo Neto. Em 78, integrou o elenco da peça “A ópera do malandro”, de Chico Buarque. Sua interpretação de “O meu amor” com Marieta Severo lhe valeu prêmios e seu primeiro contrato como cantora com a gravadora CBS.
PRIMEIRO TIME DA MPB
Rapidamente desponta no meio musical e passa a integrar com justiça o primeiro time da música popular brasileira. Popular brasileira, esta é a palavra-chave de sua trajetória. Os discos se seguiram a cada ano, juntamente com shows que cada vez marcavam mais o seu domínio dos palcos.
Seus espetáculos abrangem todos os públicos. São shows em grandes teatros, arenas, feiras agropecuárias, festivais de jazz, festas juninas, carnavais, festivais de rock, convenções e todos os tipos de eventos.
Sua voz única já foi igualmente ovacionada nos grandes palcos internacionais, como o Olympia, de Paris, o Blue Note, de Nova York, o Brixton Academy, de Londres, e o Festival de Montreaux, na Suíça.
Elba justifica a imensa abrangência do seu público pela versatilidade do seu trabalho. Não existe nada de standard em seu canto, que domina com a mesma propriedade canções típicas do nordeste brasileiro, baladas românticas, rocks, sambas e até o blues norte-americano.
FLOR DA PARAÍBA
Em 96, lança o bem sucedido LP “Leão do Norte”, inspirada na canção de Lenina e Paulo Cesar Pinheiro que exalta a cultura pernambucana. O show homônimo, dirigido por Jorge Fernando, é sucesso absoluto em todo o Brasil e arremata o prêmio de “Melhor show do ano”, pela Associação de Críticos de Arte de São Paulo. Naquele mesmo ano, excursiona com o show “O grande encontro”, juntamente com Alceu Valença, Zé Ramalho e Geraldo Azevedo. O primeiro disco da trilogia vende mais de 1 milhão de cópias e se firma como repertório essencial de uma época.
“Baioque” é o projeto musical de 1997. Enquanto disco, Elba repetiu o sucesso anterior ao entregar a produção musical a Robertinho do Recife. Como show, mais uma vez Elba firma parceria com Jorge Fernando e arrebata as platéias de norte a sul. Logo em seguida, lança mais um grande sucesso, “O grande encontro II”, desta vez com Geraldo Azevedo e Zé Ramalho. E mais uma vez, roda todo o Brasil em turnê.
No ano de 98, é a vez de “Flor da Paraíba”, um CD no qual Elba escolheu um repertório em que resgata os sentimentos nordestinos. A intérprete buscou jóias do cancioneiro que valorizam a riqueza do universo da MPB. O nome do álbum é inspirado em uma dedicatória feita, há muitos anos, por Caetano Veloso, quando a cantora acabara de chegar ao Rio de Janeiro para despontar no meio musical.
VINTE ANOS
Em 1999, Elba Ramalho comemorou “Vinte anos de carreira”. Às vésperas do novo milênio, preparou o álbum duplo “Solar”, com uma parte gravada em estúdio, durante os festejos juninos na Concha Acústica do Teatro Castro Alves, em Salvador, e outra ao vivo, com arranjos de Wagner Tiso (“Canção da despedida” e “Imaculada”) e Jaques Morelenbaum (“Palavra de mulher”).
O disco conta com as participações de Chico Buarque (“Não sonho mais”), Zé Ramalho (“Ave de prata”), Lenine (“Nó Cego”), Nana Caymmi (“Imaculada”), Geraldo Azevedo (“Kukukaya”), Margareth Menezes (“Quem é muito querido a mir”) e, tem participações de Dominguinhos (“Retrato da vida”) e Alceu Valença (na inédita, “Trem das ilusões”). Em seguida ao lançamento do CD no Brasil, Elba segue em turnê para a Europa, passando por festivais de diversos países, entre eles em Portugal, Itália, Alemanha, Suíça e França.
GRANDES ENCONTROS
O ano 2000 volta a reunir novamente Elba Ramalho, Geraldo Azevedo e Zé Ramalho com o CD e DVD “O grande encontro III – Ao vivo”, gravados durante um show no Rio de Janeiro com participações especiais de Lenine, Belchior e Moraes Moreira.
Inquieta, Elba não para, seguindo com Geraldo Azevedo para Los Angeles, EUA, onde gravaram um disco ao vivo. No repertório do disco, destinado ao mercado norte-americano, estão os maiores sucessos dos dois artistas. Retornando ao Brasil, Elba recebe o convite para participar do Rock In Rio III, juntamente com Zé Ramalho. Os primos preparam um grande show, relembrando vários sucessos na cidade do rock. Vale frisar que Elba é a única artista brasileira a participar de todas as edições do Rock In Rio no Brasil.
O CD “Cirandeira” foi o lançamento de 2001. Repleto de forrós, xotes e baiões, o trabalho quebrou as barreiras do regionalismo e conquistou o sul do Brasil. Lenine abre o disco com a música-título “Cirandeira”, transportando o ouvinte ao mar de Itamaracá. Os trabalhos que vieram na seqüência em 2002, 2003 e 2005 marcaram homenagens ao nordeste brasileiro e seus grandes compositores.
Em “Elba Canta Luiz”, de 2002, a paraibana se volta para a obra do rei do baião, principal nome responsável pela popularização dos gêneros nordestinos no eixo Rio-São Paulo. Elba transita com familiaridade por canções como “O xote das meninas” e “Vem morena”. O CD rendeu ainda belo DVD gravado no Rio de Janeiro. Ainda na mesma seara do velho sertão, a cantora lança no ano seguinte “Elba ao vivo”, que inclui - além de clássicos de Luis Gonzaga, como “Asa branca”, “Qui nen jiló” e “Assum preto” – a bela “Luar do sertão”, de João Pernambuco e Catulo da Paixão Cearense.
Elba busca de renovação e retorna ao estúdio em 2007, quando lança o CD “Qual o assunto que mais lhe interessa?”, em que atualizou o repertório, mantendo a coerência artística de seus projetos anteriores. Produzido por Lula, Yuri e Tostão Queiroga, o CD coloca em discussão temas que ocupam os noticiários e questionam a contemporaneidade. Dos nordestinos habituais - frevo, boi maranhense, ciranda, xote - ao samba tradicional bem ao gosto do carioca, Elba transgride rótulos e dilui fronteiras entre canções nunca registradas em sua voz e inéditas.
O álbum lhe valeu o Grammy Latino 2008 na categoria regional contemporâneo e inspirou o DVD “Raízes e antenas”, lançado em 2008, que retrata a atual fase da artista em misto de documentário e registro ao vivo. Elba retornou a Conceição, sertão paraibano onde nasceu e rememorou sua origem ao lado de seu pai, João Nunes, de 90 anos. Sua intimidade familiar aparece em recortes na bela “casa-refúgio” em Trancoso ou em sua residência no Rio, que fornecem um perfil humano da artista.
O ano de 2009 marca as três décadas de estrada. A artista já prepara o álbum “Balaio de amor”, em que retorna ao nordeste num álbum de baladas românticas com canções da nova safra de compositores do nordeste. E dessa maneira, Elba segue firme, levando seu canto maduro e ainda hoje marcado pela originalidade e beleza.

DISCOGRAFIA
Nota: Aos poucos publicarei os comentários de todos os álbuns de Elba Ramalho, aqui selecionados.
Nota: Aos poucos publicarei os comentários de todos os álbuns de Elba Ramalho, aqui selecionados.
2010 - Marco Zero - Ao Vivo / Biscoito Fino
Aguardem comentário.
Aguardem comentário.
2009 - Balaio de Amor / Biscoito Fino
2007 - Qual o assunto que mais lhe interessa?
2005 - Baião de Dois / Sony BMG
2003 - Elba canta Luiz ao vivo / BMG Brasil
2002 - Elba canta Luiz / Sony BMG
2001 - Cirandeira / BMG Brasil
2000 - O Grande Encontro III / BMG Brasil
1999 - Solar / BMG Brasil
1998 - Flor da Paraíba / BMG Brasil
1997 - O Grande Encontro II / BMG Brasil
1997 - Baioque / BMG Brasil
1996 - O Grande Encontro I / BMG Brasil
1996 - Leão Do Norte / BMG Ariola
1995 - Paisagem / Polygram
1993 - Devora-Me / Polygram
1992 - Encanto / Polygram
1991 - Felicidade Urgente / Polygram
1990 - Elba Ao Vivo / Polygram
1989 - Popular Brasileira / Polygram
1988 - Fruto / Polygram
1987 - Elba 1987 / Polygram
1986 - Remexer / Barclay
1985 - Fogo na Mistura / Barclay
1984 - Do Jeito que a Gente Gosta / Barclay
1983 - Coração Brasileiro / Ariola
1982 - Alegria / Ariola
1981 - Elba 1981 - CBS/ Epic
1980 - Capim do Vale - CBS/ Epic
1979 - Ave de Prata - CBS/ Epic
[ Fonte: www.elbaramalho.com.br ]

CURIOSIDADES
Foi casada com o modelo Gaetano Lopes (1995-2008), como quem tem duas filhas, Maria Clara, adotada em 2000, e Maria Esperança, adotada em 2007. Depois que se separou de Gaetano adotou Maria Paula em 2008 e também fora casada com o ator e cantor Maurício Mattar, com quem teve um filho, Luã (1987), nascido na clínica Santa Clara, onde o médico responsável foi o Dr. João Figueiredo do Amaral. Muito antes de engravidar de Luã, fez um aborto em sua primeira gravidez, em 1973, e se diz muito arrependida. Ela estava começando a carreira e um filho atrapalharia tudo, além do mais era imatura e o namorado, pai da criança, não desejava o bebê.
Em 2001 um jornalista da revista Veja afirmou em uma matéria que Elba tinha dito em um congresso de ufologia em Curitiba que havia sido chipada por extraterrestres. A afirmação rendeu um processo por danos morais contra a revista, mas o veredito anunciado em 2006 não deu ganho à cantora.
Em sua versão em CD, o álbum Elba ao vivo, de 1990, trouxe duas músicas a mais - no caso, Tango de Nanci (Chico Buarque) e o pot-pourri Nordeste independente / Asa branca. Isto também ocorreu com os álbuns Encanto (1992), com a faixa-bônus Eu vou te amar, e Paisagem (1995) - este, o último a ter versão em vinil, com uma música a menos, que é Eu quero é botar meu bloco na rua (Forró/frevo). Estas não haviam entrado nos respectivos LP originais por limitação de espaço.
O DVD O Grande Encontro 3 trouxe três músicas a mais em relação à edição em CD; são elas: Barcarola do São Francisco, Canção agalopada e A vida do viajante.
Canções em trilhas sonoras de telenovelas
Veio d´água (Terras do Sem-Fim) (1981)
Sete cantigas para voar (Sabor de Mel) (1983)
Amor eterno (Livre para Voar) (1984)
De volta pro aconchego (Roque Santeiro) (1985)
Imaculada (Tieta) (1989) - gravação exclusiva para a novela
Ouro puro (Rainha da Sucata) (1990)
Fim de jogo (Salomé) (1991)
Felicidade urgente (Vamp) (1991)
O que a noite faz (Pedra sobre Pedra) (1992) - gravação exclusiva para a novela
Eu quero meu amor (Renascer) (1993)
Coração da gente (Tropicaliente) (1994)
Paisagem da janela (Irmãos Coragem) (1995)
Noturna (Explode Coração) (1995) - gravação exclusiva para a novela
Sim foi você (Salsa e Merengue) (1996)
Ciranda da rosa vermelha (A Indomada) (1997)
Paralelas (Por Amor) (1997)
La vie en rose (Fascinação) (1998)
Aroma (Meu Bem Querer) (1998)
Casa, comida e paixão (Suave Veneno) (1999)
Vozes da seca - com Dominguinhos (Marcas da Paixão) (2000)
Entre o céu e o mar (Porto dos Milagres) (2001)
Xamego (Começar de Novo) (2004)
Estrada do sertão (Alma Gêmea) (2005)
Mulher (Prova de Amor) (2005) - gravação exclusiva para a novela
Amplidão (Páginas da Vida) (2006) - gravação exclusiva para a novela
Dúvidas - com Waldonys (Os Mutantes) (2008)
É só você querer (Caras e Bocas) (2009)
Discografia
CBS/Sony Music
(1979) Ave de prata
(1980) Capim do vale
(1981) Elba
Ariola/Barclay/Polygram/Universal Music
(1982) Alegria
(1983) Coração brasileiro
(1984) Do jeito que a gente gosta
(1985) Fogo na mistura
(1986) Remexer
(1987) Elba
(1988) Fruto
(1989) Popular brasileira
(1990) Ao vivo
(1991) Felicidade urgente
(1992) Encanto
(1993) Devora-me
(1995) Paisagem
BMG
(1996) Leão do Norte
(1996) Grande encontro
(1997) Baioque
(1997) Grande encontro 2
(1998) Flor da Paraíba
(1999) Solar
(2000) O grande encontro 3
(2001) Cirandeira
(2002) Elba canta Luiz
(2003) Elba ao vivo
(2005) Elba e Dominguinhos ao vivo
Independente
(2007) Qual o Assunto Que Mais Lhe Interessa?
Biscoito Fino
(2009) Balaio de Amor
(2010) Marco Zero - ao vivo
DVD
(2001) O grande encontro 3
(2003) Elba canta Luiz
(2008) Raízes e Antenas
(2010) Marco Zero - Ao Vivo
Filmografia
2005 — Linha Direta, ela mesma (um episódio)
2004 — HermanSIC, ela mesma (um episódio)
2002 — Viva São João!, ela mesma
2001 — Nelson Gonçalves (filme), ela mesma
1997 — Sai de Baixo, Cidamar (um episódio)
1997 — Mandacaru, Beata
1991 — Vamp (1991) (cantora de "Felicidade Urgente")
1990 — Lambada
1986 — A Ópera do Malandro (1986), Margot
1984 — Para Viver um Grande Amor (cantora de "A Violeira")
1981 — Morte e Vida Severina (TV)
1980 — Prova de Fogo, Lourdes — "Santa mãe"
1979 — A República dos Assassinos
1977 — Morte e Vida Severina (filme)
1976 — Trem Fantasma (1976)
PRÊMIOS
Prêmio da música brasileira
Ano 1989
Categoria Regional
Melhor arranjador: Dominguinhos e Elba Ramalho - vencedor
Melhor Música: Jogo de Cintura - Elba Ramalho - vencedor
Melhor Cantora: Elba Ramalho - vencedora
Ano 1991
Categoria Regional
Melhor Cantora: Elba Ramalho - vencedora
Ano 1993
Categoria Regional
Melhor Cantora: Elba Ramalho - vencedora
Ano 1995
Categoria Regional
Melhor Cantora: Elba Ramalho - vencedora
Ano 1996
Categoria Regional
Melhor Cantora: Elba Ramalho - vencedora
Ano 2001
Categoria Regional
Melhor Cantora: Elba Ramalho - vencedora
Ano 2003
Categoria Regional
Melhor Cantora: Elba Ramalho - vencedora
Ano 2004
Categoria Regional
Melhor Cantora: Elba Ramalho - vencedora
Categoria Voto Popular
Melhor Cantora: Elba Ramalho - indicada
Ano 2006
Categoria Melhor Canção
Melhor Música: Rio de Sonho - Elba Ramalho e Dominguinhos - vencedor
Categoria Regional
Melhor Dupla: Elba Ramalho e Dominguinhos - vencedor
Melhor Disco: Elba Ramalho e Dominguinhos - indicado
Ano 2008
Categoria Regional
Melhor Disco: Qual o Assunto Que Mais Lhe Interessa? - Elba Ramalho - indicado
Melhor Cantora: Elba Ramalho - indicada
Categoria Voto Popular
Malhor Cantora: Elba Ramalho - indicada
Grammy Latino
Ano 2005
Categoria Melhor Álbum de Música Regional ou de Raízes Brasileira Melhor Disco: Elba Ramalho e Dominguinhos - indicado
Ano 2008
Categoria Melhor Álbum de Música Regional ou de Raízes Brasileira Melhor Disco: Qual o Assunto Que Mais Lhe Interessa? - Elba Ramalho - vencedor
Ano 2009
Categoria Melhor Álbum de Música Regional ou de Raízes Brasileira Melhor Disco: Balaio de Amor - Elba Ramalho - vencedor
[ Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre ]
[ Editado por Pedro Jorge ]

[ Fonte: www.elbaramalho.com.br ]
CURIOSIDADES
Foi casada com o modelo Gaetano Lopes (1995-2008), como quem tem duas filhas, Maria Clara, adotada em 2000, e Maria Esperança, adotada em 2007. Depois que se separou de Gaetano adotou Maria Paula em 2008 e também fora casada com o ator e cantor Maurício Mattar, com quem teve um filho, Luã (1987), nascido na clínica Santa Clara, onde o médico responsável foi o Dr. João Figueiredo do Amaral. Muito antes de engravidar de Luã, fez um aborto em sua primeira gravidez, em 1973, e se diz muito arrependida. Ela estava começando a carreira e um filho atrapalharia tudo, além do mais era imatura e o namorado, pai da criança, não desejava o bebê.
Em 2001 um jornalista da revista Veja afirmou em uma matéria que Elba tinha dito em um congresso de ufologia em Curitiba que havia sido chipada por extraterrestres. A afirmação rendeu um processo por danos morais contra a revista, mas o veredito anunciado em 2006 não deu ganho à cantora.
Em sua versão em CD, o álbum Elba ao vivo, de 1990, trouxe duas músicas a mais - no caso, Tango de Nanci (Chico Buarque) e o pot-pourri Nordeste independente / Asa branca. Isto também ocorreu com os álbuns Encanto (1992), com a faixa-bônus Eu vou te amar, e Paisagem (1995) - este, o último a ter versão em vinil, com uma música a menos, que é Eu quero é botar meu bloco na rua (Forró/frevo). Estas não haviam entrado nos respectivos LP originais por limitação de espaço.
O DVD O Grande Encontro 3 trouxe três músicas a mais em relação à edição em CD; são elas: Barcarola do São Francisco, Canção agalopada e A vida do viajante.
Canções em trilhas sonoras de telenovelas
Veio d´água (Terras do Sem-Fim) (1981)
Sete cantigas para voar (Sabor de Mel) (1983)
Amor eterno (Livre para Voar) (1984)
De volta pro aconchego (Roque Santeiro) (1985)
Imaculada (Tieta) (1989) - gravação exclusiva para a novela
Ouro puro (Rainha da Sucata) (1990)
Fim de jogo (Salomé) (1991)
Felicidade urgente (Vamp) (1991)
O que a noite faz (Pedra sobre Pedra) (1992) - gravação exclusiva para a novela
Eu quero meu amor (Renascer) (1993)
Coração da gente (Tropicaliente) (1994)
Paisagem da janela (Irmãos Coragem) (1995)
Noturna (Explode Coração) (1995) - gravação exclusiva para a novela
Sim foi você (Salsa e Merengue) (1996)
Ciranda da rosa vermelha (A Indomada) (1997)
Paralelas (Por Amor) (1997)
La vie en rose (Fascinação) (1998)
Aroma (Meu Bem Querer) (1998)
Casa, comida e paixão (Suave Veneno) (1999)
Vozes da seca - com Dominguinhos (Marcas da Paixão) (2000)
Entre o céu e o mar (Porto dos Milagres) (2001)
Xamego (Começar de Novo) (2004)
Estrada do sertão (Alma Gêmea) (2005)
Mulher (Prova de Amor) (2005) - gravação exclusiva para a novela
Amplidão (Páginas da Vida) (2006) - gravação exclusiva para a novela
Dúvidas - com Waldonys (Os Mutantes) (2008)
É só você querer (Caras e Bocas) (2009)
Discografia
CBS/Sony Music
(1979) Ave de prata
(1980) Capim do vale
(1981) Elba
Ariola/Barclay/Polygram/Universal Music
(1982) Alegria
(1983) Coração brasileiro
(1984) Do jeito que a gente gosta
(1985) Fogo na mistura
(1986) Remexer
(1987) Elba
(1988) Fruto
(1989) Popular brasileira
(1990) Ao vivo
(1991) Felicidade urgente
(1992) Encanto
(1993) Devora-me
(1995) Paisagem
BMG
(1996) Leão do Norte
(1996) Grande encontro
(1997) Baioque
(1997) Grande encontro 2
(1998) Flor da Paraíba
(1999) Solar
(2000) O grande encontro 3
(2001) Cirandeira
(2002) Elba canta Luiz
(2003) Elba ao vivo
(2005) Elba e Dominguinhos ao vivo
Independente
(2007) Qual o Assunto Que Mais Lhe Interessa?
Biscoito Fino
(2009) Balaio de Amor
(2010) Marco Zero - ao vivo
DVD
(2001) O grande encontro 3
(2003) Elba canta Luiz
(2008) Raízes e Antenas
(2010) Marco Zero - Ao Vivo
Filmografia
2005 — Linha Direta, ela mesma (um episódio)
2004 — HermanSIC, ela mesma (um episódio)
2002 — Viva São João!, ela mesma
2001 — Nelson Gonçalves (filme), ela mesma
1997 — Sai de Baixo, Cidamar (um episódio)
1997 — Mandacaru, Beata
1991 — Vamp (1991) (cantora de "Felicidade Urgente")
1990 — Lambada
1986 — A Ópera do Malandro (1986), Margot
1984 — Para Viver um Grande Amor (cantora de "A Violeira")
1981 — Morte e Vida Severina (TV)
1980 — Prova de Fogo, Lourdes — "Santa mãe"
1979 — A República dos Assassinos
1977 — Morte e Vida Severina (filme)
1976 — Trem Fantasma (1976)
PRÊMIOS
Prêmio da música brasileira
Ano 1989
Categoria Regional
Melhor arranjador: Dominguinhos e Elba Ramalho - vencedor
Melhor Música: Jogo de Cintura - Elba Ramalho - vencedor
Melhor Cantora: Elba Ramalho - vencedora
Ano 1991
Categoria Regional
Melhor Cantora: Elba Ramalho - vencedora
Ano 1993
Categoria Regional
Melhor Cantora: Elba Ramalho - vencedora
Ano 1995
Categoria Regional
Melhor Cantora: Elba Ramalho - vencedora
Ano 1996
Categoria Regional
Melhor Cantora: Elba Ramalho - vencedora
Ano 2001
Categoria Regional
Melhor Cantora: Elba Ramalho - vencedora
Ano 2003
Categoria Regional
Melhor Cantora: Elba Ramalho - vencedora
Ano 2004
Categoria Regional
Melhor Cantora: Elba Ramalho - vencedora
Categoria Voto Popular
Melhor Cantora: Elba Ramalho - indicada
Ano 2006
Categoria Melhor Canção
Melhor Música: Rio de Sonho - Elba Ramalho e Dominguinhos - vencedor
Categoria Regional
Melhor Dupla: Elba Ramalho e Dominguinhos - vencedor
Melhor Disco: Elba Ramalho e Dominguinhos - indicado
Ano 2008
Categoria Regional
Melhor Disco: Qual o Assunto Que Mais Lhe Interessa? - Elba Ramalho - indicado
Melhor Cantora: Elba Ramalho - indicada
Categoria Voto Popular
Malhor Cantora: Elba Ramalho - indicada
Grammy Latino
Ano 2005
Categoria Melhor Álbum de Música Regional ou de Raízes Brasileira Melhor Disco: Elba Ramalho e Dominguinhos - indicado
Ano 2008
Categoria Melhor Álbum de Música Regional ou de Raízes Brasileira Melhor Disco: Qual o Assunto Que Mais Lhe Interessa? - Elba Ramalho - vencedor
Ano 2009
Categoria Melhor Álbum de Música Regional ou de Raízes Brasileira Melhor Disco: Balaio de Amor - Elba Ramalho - vencedor
[ Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre ]
[ Editado por Pedro Jorge ]
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